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III Encontro do Grupo de Tecelões

O grupo de tecelões reuniu-se em 30 de novembro , um dia antes do Global Summit on Community Philanthropy que teve lugar em Joanesburgo, em 1 e 2 de Dezembro. O objetivo da reunião foi planejar o futuro potencial da Rede Iberoamericana de Fundações Comunitárias e o seu valor para membros e parceiros. Foi um momento também para celebrar  as três novas tecelãs da rede: Adriana Cortés – Fundação Comunitária do Bajío; Carmen Genis – Fundação Comunitária OAXACA; e Mary Ann – Fundação Comunitária de Puerto Rico.

Iniciamos a manhã levantando as expectativas do grupo para a reunião. Em seguida, um e
xercício visual – um desenho, sobre a forma como cada tecelão viram a Red em 2016. Alguns viram uma rede que cresce no solo fértil, evoluindo. Eles percebem grupo de tecelões muito mais articulado e ativo. A rede é um caminho, um processo de desenvolvimento. Valorizaram suas raízes e identidade. Ainda foram trazidas questões sobre como os tecelões estão tecendo a rede …

Em seguida, nos voltou-se para a proposta de valor da Rede. Recorreu-se ao texto da proposta original apresentada para CS Mott Foundation. Foram identificadas várias frases-chave e incluindo várias palavras-chave relacionadas abaixo:

  • Promover um melhor fluxo de informação
  • Troca de experiências baseada em laços culturais e línguas
  • Ajudando outras redes e organizações internacionais sobre questões relacionadas com a filantropia comunitária
  • Partilhar experiências / melhores práticas e maior visibilidade das plataformas de filantropia da comunidade
  • Acesso a experiências filantrópicas, eliminando as barreiras linguísticas
  • Seja uma ponte entre continentes
  • Projetos internacionais escala local

Estas palavras foram organizadas, a fim de ajudar a desenvolver um bloco de posicionamento, para procurar definir a rede em uma ou duas frases, começando com o que torna esta rede diferente. Em seguida, a organizamos em ordem as palavras ou frases: Ponte entre continentes; projectos à escala local a nível internacional; O fluxo de informação; laços culturais e línguas; Acesso a experiências; Eliminando as barreiras linguísticas.

Após o almoço, decidiu-se dividir em dois grupos; uma voltado para o interno – a governança – e o outro focado em comunicação interna e externa.

O primeiro construíu uma imagem de como a governança e a gestão da rede está agora. Notou-se que o modelo tem sido pouco eficiente para incentivar a participação e manter uma comunicação aberta e transparente. O grupo de tecelões está articulado e ativo, com o apoio da coordenação, mas os membros estão distantes. Analisou-se que os três comitês (comunicações, desenvolvimento da rede e de mobilização de recursos) não atenderem a demanda de integrar mais membros e abordar as atividades específicas de cada comitê. Logo, se pensou numa governança mais dinâmica e auto gestionada, onde cada movimento de um membro da rede, dos países, da coordenação, do grupo de tecelões e dos parceiros é o combustível para se mover a rede. Também foi proposto que cada país tenha um membro da rede que é um coordenador local dos outros membros desse país. Isso deve melhorar e fortalecer a rede em cada região,  já que a linguagem e os contatos locais podem tirar proveito das relações que já existe e que entendem a realidade local. Foi acordada a criação de um Manual de Governança da Rede. Este documento deve atender e se referenciar aos documentos existentes, e trazer a proposta sobre o funcionamento dos nodos de cada país, seus líderes, a maneira como eles podem se organizar; o modelo de transparência de rede; e expandir o papel do fiscal sponsor, hoje representado apenas pelo ICOM. Puerto Rico sugeriu a idéia de gerir um fundo da rede. Sugeriu-se também rever e pactuar com os membros quem está na rede.

O segundo grupo focou-se em atividades que poderiam ser realizadas – por membros internos e externos –  em 2017. Tópicos do Plano de Trabalho foram alinhados com as frases ou palavras-chave acima identificada. Pensou-em diversas atividades de relacionamento e comunicação interna e externa. Foi acordado que a partir deste trabalho e com a participação de membros através de uma pesquisa poderia ser desenvolvido o plano de trabalho para 2017.

Presentes na reunião:

  • Adriana Cortés – Fundação Comunitária de Bajío
  • Carmen Genis -Fundação Comunitária OAXACA
  • Cristina Salazar –  Fundação Comunitária de Puerto Rico
  • Fabiana Hernandez – Voluntária e apoiadora da Rede
  • Felipe Brito – coordenador da rede
  • Lucia Pucci -Fundo Região Colônia
  • Mariane Maier – ICOM Instituto Comunitário Grande Florianópolis
  • Mary Ann -Fundação Comunitária de Puerto Rico
  • Mercedes Mosquera – Voluntária e apoiadora da Rede
  • Olga Galea – Fundação Maimona
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